Pular para o conteúdo principal

Yago Dora vence com o maior somatório, avança com outros dois brasileiros e país chega às oitavas de final com seis atletas. Líder do ranking, Luana Silva cai por pouco. Próxima chamada acontece às 16h20 (de Brasília).

Yago Dora[caption id="attachment_3675003" align="alignnone" width="696"] [media-credit id=22631 align="alignnone" width="696"][/media-credit] Yago Dora avança com a melhor apresentação do New Zealand Pro 2026 até o momento.[/caption] O Brasil começou o segundo dia do New Zealand Pro 2026, em Manu Bay, Raglan, com forte protagonismo e presença dominante entre os classificados. Yago Dora brilhou com a melhor performance do evento até aqui, Italo Ferreira confirmou o domínio dos campeões mundiais, e Miguel Pupo também avançou. Gabriel Medina, Filipe Toledo e Alejo Muniz já estava garantidos nas oitavas de final e folgaram no dia. No feminino, a líder do ranking Luana Silva acabou eliminada por margem mínima, deixando a disputa pela lycra amarela em aberto. Clique aqui para ver as fotos Clique aqui para ver o vídeo A competição seguiu neste domingo (17), válida pela quarta etapa do Championship Tour 2026, com ondas de 0,5 a no máximo 1 metro, a maioria limpa, mas em alguns momentos lentas. Um grande público acompanhou a realização de 16 baterias, que definiram as quartas de final femininas e a oitavas do masculino. A próxima chamada acontece neste domingo (17), às 16h20 (horário de Brasília), com possível início às 16h35. O grande nome do dia foi Yago Dora. Mesmo surfando apenas duas ondas, o atual campeão mundial somou 17.76 pontos, maior somatório da etapa até o momento, em sua estreia na Nova Zelândia. O brasileiro abriu com um aéreo reverse alto para conquistar 8.83 e depois cravou 8.93, explorando a parede da onda com combinações fluidas, velocidade e variedade em seções praticamente intermináveis. “Foi muito bom, é como uma reparação histórica surfar para a esquerda e performar bem para a esquerda. É incrível como goofy-footer. Estou muito feliz de estar aqui, é um lugar incrível. Não só a onda, mas as pessoas, a natureza, tudo tem uma vibe muito boa. Tem sido uma semana muito legal até agora. Hoje está muito divertido, as ondas estão boas e com parede. Elas continuam oferecendo seções. É divertido brincar com isso, trazer variedade e fazer tudo parecer fluido. Eu me sinto livre, me sinto feliz surfando essa onda”.   Ver essa foto no Instagram  

Um post compartilhado por World Surf League (@wsl)

Também campeão mundial, Italo Ferreira seguiu um caminho oposto ao de Yago e apostou em volume para avançar. O potiguar abriu com 7.83, depois somou 5.50 para fechar com 13.33 e vencer o havaiano Seth Moniz com tranquilidade. “Está bem difícil lá fora, tem muitas ondas, mas demora para as séries entrarem. Todos os brasileiros estão surfando muito bem essa onda, especialmente o Yago na primeira bateria do dia. As ondas estavam muito limpas, ele fez curvas de borda muito boas e misturou com aéreos, foi muito bom de assistir. Eu pensei: agora é a minha vez, vamos. Mas a maré subiu e entrou vento, então pensei: ok, vamos brincar com isso. Estou ansioso para surfar de novo, vou tentar me manter focado”.   Ver essa foto no Instagram  

Um post compartilhado por World Surf League Brasil (@wslbrasil)

Além deles, Miguel Pupo também avançou no dia. Gabriel Medina, Filipe Toledo e Alejo Muniz já tinham competido pela segunda fase e também garantem forte presença brasileira nas oitavas de final — com destaque para o duelo direto entre Medina e Filipe. Nem todos tiveram o mesmo destino. Mateus Herdy foi eliminado pelo italiano Leonardo Fioravanti em uma virada dramática nos instantes finais. O brasileiro construiu sua pontuação com velocidade e progressão, enquanto o italiano manteve prioridade por boa parte da bateria e encontrou a melhor onda para 7.33 ponts. Precisando de 4.41 com menos de dois minutos restantes, Leo achou uma onda menor, mas com potencial, arrancando 5.50 para virar a bateria. “Durante todo o evento, olhando a previsão, eu disse: vou dar o meu máximo, tentar tomar boas decisões, e o que acontecer, aconteceu. Comecei bem, deixei algumas ondas passarem e entrei na melhor onda da bateria. Depois fiquei esperando: 10 minutos, vai vir uma onda. Cinco minutos, vai vir uma onda. Dois minutos, já não sabia mais. E fui com tudo naquela última onda. O Mateus é um surfista incrível. Eu sabia que ele tinha feito uma boa bateria, e se não viessem ondas, mérito dele. Mas sou grato por aquela onda. Estou muito animado para continuar, porque quero ficar na Nova Zelândia. Esse é um dos lugares mais bonitos do mundo”. [caption id="attachment_3675014" align="alignnone" width="696"] [media-credit id=22631 align="alignnone" width="696"][/media-credit] Mateus Herdy cai na segunda fase na Nova Zelândia.[/caption] Samuel Pupo também acabou eliminado, superado por Cole Houshmand com uma virada no estouro do cronômetro, que garantiu ao norte-americano sua primeira vitória em baterias na temporada. Entre os principais destaques internacionais, o australiano Jack Robinson voltou a vencer o francês Kauli Vaast em mais um capítulo da rivalidade iniciada na final olímpica de Paris 2024. Após uma longa disputa por prioridade e um início lento, a bateria ganhou intensidade no final. Kauli precisava de 8.84 e conseguiu um 9.00, maior nota do evento, mas Jack respondeu imediatamente com 7.93, somando 16.10 e retomando a liderança com rasgadas de backside precisas e variações técnicas. “Eu comecei bem e fui construindo, sem pensar muito. Vi a série chegando e pensei: lá vamos nós. Vi a onda dele e sabia que seria muito boa, então precisava estar em uma dessas séries para responder. Mas eu não estava pensando muito também. Só estava fazendo meu surfe normal e tentando me posicionar no lugar certo, porque o timing aqui é o mais importante. Se você acerta o tempo, todo o resto vem”.   Ver essa foto no Instagram  

Um post compartilhado por World Surf League (@wsl)

No feminino, a havaiana Carissa Moore registrou a melhor atuação do dia ao vencer a norte-americana Lakey Peterson no 21º confronto entre as duas no CT. Após uma longa calmaria, a bateria explodiu nos minutos finais, com Carissa somando 15.33, incluindo um 8.83, maior nota do evento entre as mulheres. “Foi uma espera muito longa. Acho que para mim e para a Lakey, nós duas odiamos surfar baterias tão estratégicas; preferimos que tudo seja decidido no surfe. Eu respeito muito a Lakey. Estamos no tour há mais de uma década e ela teve um início incrível de temporada. Eu sabia que seria um confronto muito difícil e eu a amo e respeito muito. Todo o crédito para a onda, ela simplesmente continuou oferecendo seções. Tivemos muita sorte durante a bateria, o vento diminuiu e essa é minha parte favorita do dia, a golden hour. Meu aquecimento antes da bateria hoje em dia são abraços em bebês”.   Ver essa foto no Instagram  

Um post compartilhado por World Surf League (@wsl)

A disputa pela lycra amarela ficou aberta após a eliminação de Luana Silva. A brasileira, que competia com o uniforme de líder pela primeira vez, fez a melhor nota da bateria, um 6.00, mas não encontrou uma segunda onda. Em condições difíceis, com maré baixa e vento lateral forte, ela precisava de apenas 3.00 no fim, pegou uma onda no estouro do cronômetro, mas recebeu 2.77 e acabou superada pela australiana Tyler Wright. “Estou tão surpresa quanto qualquer um por ter passado, foi loucura. Você sabe que cada movimento que faz é vitória ou derrota. Só nos últimos dias comecei realmente a reaprender a surfar para a esquerda. Agradeço ao Dog (Richard Marsh) e ao Connor O’Leary por colocarem muito esforço nisso. Com o tamanho das ondas e algumas dificuldades que tive nos últimos anos surfando para a esquerda, sou extremamente grata pela experiência deles. Estou me divertindo muito. Tenho 32 anos, estou bem na segunda metade da carreira e estou me divertindo mais do que nunca. Acho isso muito importante. E também aproveitar onde estamos, é lindo, estamos muito felizes de estar aqui, a torcida é incrível”. [caption id="attachment_3674944" align="alignnone" width="696"] [media-credit id=20704 align="alignnone" width="696"][/media-credit] Tyler Wright derrota líder do ranking.[/caption] A havaiana Gabriela Bryan também foi destaque ao vencer Erin Brooks em uma bateria equilibrada, na qual sua força superou a precisão da canadense. “Não há dúvida de que a Erin é muito perigosa em qualquer esquerda, mas especialmente em uma esquerda de dois pés com esse vento. Ela era definitivamente uma adversária assustadora, mas deu tudo certo e estou muito feliz. Eu vim para a Nova Zelândia antes de Bells. Acho que foi uma das melhores decisões que tomei competitivamente, para estar pronta. Eu amo a Nova Zelândia e estou reacendendo meu backside, fazendo ele voltar a funcionar. Depois de Bells, eu pensei: ganhei a primeira, ótimo começo. Fui para a Austrália Ocidental e entrei quase em modo defensivo, pensando em manter minha posição. Mas agora continuo lembrando que o ano é longo. Eu posso ir buscar e me divertir no processo. Não é meu para perder, é meu para ganhar”. [caption id="attachment_3674986" align="alignnone" width="696"] [media-credit id=22631 align="alignnone" width="696"][/media-credit] Gabriela Bryan segue viva na prova.[/caption] A norte-americana Caroline Marks avançou ao vencer a francesa Tya Zebrowski com 14.63, somando altas notas em apenas três ondas e garantindo confronto contra Carissa Moore nas quartas. “Sinto que tive uma preparação muito boa durante todo o ano e durante todo o evento, e tive um início de temporada diferente do que estou acostumada. Mas, de certa forma, isso é legal porque me coloca em uma posição nova, então penso: vamos ver como posso lidar com isso. Felizmente consegui pegar algumas ondas e estou me sentindo bem. Sobre a Tya, é engraçado, eu lembro de estar exatamente na posição dela, sendo a mais jovem do tour. Você não sente tanta pressão, porque todos têm que te vencer. Mas quando é você mesma, quer fazer muito bem. O nível está muito alto, então estar nas melhores ondas é muito importante. Eu só fiz o meu surfe, sem me preocupar muito com ela, e acabou dando certo”. A norte-americana Sawyer Lindblad manteve sua grande fase ao vencer a australiana Stephanie Gilmore com 14.44, mesmo diante do vento lateral forte. “Acabou sendo muito divertido lá fora. Me lembrou de casa, de surfar em Lowers no inverno. É exatamente assim com esse vento. É muito bom fazer curvas de frontside, não vou mentir. Eu amo surfar de backside, mas é bom variar. Fico muito feliz que a WSL tenha colocado uma esquerda manobrável. Estou muito animada para continuar e espero pegar mais ondas. Seria um sonho vencer em uma esquerda divertida como essa. Quero ser consistente em todos os eventos e chegar em Pipeline no Top 5”.   Ver essa foto no Instagram  

Um post compartilhado por World Surf League (@wsl)

Fechando o trio de goofy-footers norte-americanas, Alyssa Spencer avançou ao derrotar Caitlin Simmers em uma bateria lenta, na qual a campeã mundial de 2024 surfou apenas uma onda. Alyssa garantiu sua segunda presença em quartas de final na temporada, repetindo o bom desempenho apresentado em Bells Beach. Previsão das ondas - A previsão indica uma queda no tamanho das ondas, que devem quebrar pequenas, com 0,5 metro. Pouco deve mudar até o final da janela, que vai até o próximo dia 25. Os dois últimos dias apotam pequena melhora, porém a previsão ainda é incerta e as ondas não chegariam a 1 metro de altura com vento lateral forte. New Zealand Pro 2026 Round 2 Masculino 9 Yago Dora (BRA) 17.76 x 10.34 Luke Thompson (AFR) 10 Marco Mignot (FRA) 13.16 x 9.50 Barron Mamiya (HAV) 11 Cole Houshmand (EUA) 11.67 x 10.33 Samuel Pupo (BRA) 12 Leonardo Fioravanti (ITA) 12.83 x 11.74 Mateus Herdy (BRA) 13 Italo Ferreira (BRA) 13.33 x 9.73 Seth Moniz (HAV) 14 Kanoa Igarashi (JAP) 13.17 x 12.94 Joel Vaughan (AUS) 15 Jack Robinson (AUS) 16.10 x 15.83 Kauli Vaast (FRA) 16 Miguel Pupo (BRA) 12.83 x 9.90 Callum Robson (AUS) Oitavas de final Feminino 1 Gabriela Bryan (HAV) 12.27 x 10.50 Erin Brooks (CAN) 2 Alyssa Spencer (EUA) 12.34 x 3.67 Caitlin Simmers (EUA) 3 Tyler Wright (AUS) 9.00 x 8.93 Luana Silva (BRA) 4 Sawyer Lindblad (EUA) 14.44 x 9.34 Stephanie Gilmore (AUS) 5 Molly Picklum (AUS) 9.84 x 9.40 Vahine Fierro (FRA) 6 Bettylou Sakura Johnson (HAV) 12.80 x 11.50 Isabella Nichols (AUS) 7 Carissa Moore (HAV) 15.33 x 7.50 Lakey Peterson (EUA) 8 Caroline Marks (EUA) 14.63 x 10.67 Tya Zebrowski (FRA) Próximas baterias Oitavas de final Masculino 1 Crosby Colapinto (EUA) x Griffin Colapinto (EUA) 2 Gabriel Medina (BRA) x Filipe Toledo (BRA) 3 Liam O'Brien (AUS) x Morgan Cibilic (AUS) 4 Rio Waida (IND) x Alejo Muniz (BRA) 5 Yago Dora (BRA) x Marco Mignot (FRA) 6 Cole Houshmand (EUA) x Leonardo Fioravanti (ITA) 7 Italo Ferreira (BRA) x Kanoa Igarashi (JAP) 8 Jack Robinson (AUS) x Miguel Pupo (BRA) Quartas de final Feminino 1 Gabriela Bryan (HAV) x Alyssa Spencer (EUA) 2 Tyler Wright (AUS) x Sawyer Lindblad (EUA) 3 Molly Picklum (AUS) x Bettylou Sakura Johnson (HAV) 4 Carissa Moore (HAV) x Caroline Marks (EUA) Baterias realizadas na sexta-feira (15) Round 2 Masculino 1 Crosby Colapinto (EUA) 10.70 x 9.40 Jordy Smith (AFR) 2 Griffin Colapinto (EUA) 14.17 x 10.50 Alan Cleland (MEX) 3 Gabriel Medina (BRA) 15.20 x 10.06 Eli Hanneman (HAV) 4 Filipe Toledo (BRA) 15.66 x 10.84 Joao Chianca (BRA) 5 Liam O'Brien (AUS) 11.97 x 11.46 Jake Marshall (EUA) 6 Morgan Cibilic (AUS) 14.33 x 10.00 Ethan Ewing (AUS) 7 Rio Waida (IND) 15.20 x 13.44 Connor O'Leary (JAP) 8 Alejo Muniz (BRA) 15.50 x 14.84 George Pittar (AUS)

source https://www.waves.com.br/noticias/competicao/ct/wsl-new-zealand-pro-2026-highlights-do-segundo-dia/

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Carlos Burle estreia Bravamente, novo podcast de histórias inspiradoras. Série reúne entrevistas que mostram como esporte transforma vidas.

https://youtu.be/-s5QiotecjY O surfista e campeão mundial de ondas grandes Carlos Burle estreia nesta quarta-feira (25) o podcast Bravamente, série documental em áudio e vídeo que revela como o esporte tem sido, para muitos, mais do que uma prática física — uma verdadeira ponte para o equilíbrio emocional, propósito e oportunidades no mercado profissional. Com 12 episódios quinzenais e duração entre 15 e 40 minutos, o programa será lançado no YouTube (@bravamente_oficial) e no Spotify (Brava•Mente). A cada edição, Burle conduz conversas autênticas com personagens que têm o esporte como parte essencial da vida, em narrativas que misturam emoção, disciplina, superação e reconexão com o corpo e a mente. Entre os entrevistados da temporada estão nomes como Brenda Moura, promessa do surfe e skate brasileiro; Morongo, fundador da Mormaii; Walter Chicharro, ex-presidente da Câmara de Nazaré, em Portugal; e Trennon Paynter, treinador da equipe olímpica canadense de esqui. Também participam exe...

Albee Layer estreia Less Than Easy, novo filme sobre inverno em Maui. Jaws quebra com força máxima em cinco dias históricos de swell gigante.

https://www.youtube.com/watch?v=uYCXrHNvEEI O havaiano Albee Layer acaba de lançar Less Than Easy, filme que retrata com intensidade e emoção a última temporada de ondas grandes em Maui. Mais do que uma simples coletânea de sessões em Jaws, o projeto é uma carta de amor à ilha que Layer chama de lar há 33 anos e ao tipo de surfe que beira o limite humano. Nas palavras do próprio Albee, a ideia foi olhar para as ondas familiares com uma nova perspectiva: “Nos esforçamos ao máximo por enxergar as ondas com ideias frescas e por nos entregar de corpo e alma aos picos clássicos da ilha”, conta. E não faltaram momentos marcantes, entre eles uma sequência de cinco dias em Jaws que ele descreve como a melhor que já testemunhou, coroada pelo maior swell de sua vida. O filme também marca um momento pessoal importante: Albee acabou de tirar sua licença de piloto. Voar por cima de Maui, segundo ele, ampliou ainda mais sua conexão com a ilha e renovou seu olhar sobre a paisagem e os picos que já co...

Jack Johnson e Rob Machado partem para Bali, Indonésia, curtem boas ondas de Uluwatu e promovem show juntos.

https://www.youtube.com/watch?v=1lWFR0vSQqU&list=RD1lWFR0vSQqU&start_radio=1 Jack Johnson e Rob Machado partem para Bali, Indonézia, e promovem uma performance ao vivo muito especial nas Uluwatu Surf Villas, com vista para a icônica Uluwatu. Sendo ambos artistas e surfistas, não seria um show em Uluwatu sem antes um pouco de surfe. O dia começou com sessão de Jack Johnson e Rizal Tanjung, um dos maiores nomes do surfe indonésio. O mar estava com condições ideais, e Jack aproveitou para mostrar que, além de músico consagrado, continua sendo um surfista de respeito. Rizal, por sua vez, filmou a queda com uma GoPro Uma das maiores partes do surfe é esperar pelas ondas no outside, e é durante esse tempo que boas conversas acontecem, mas raramente são documentadas. Enquanto Jack e Rizal esperam por uma série, Jack conta sobre seu processo de composição, abordando como Rodeo Clowns e F-Stop Blues surgiram, e também relembra sua primeira viagem a Bali em 92. Pouco depois, Rob se junta...