https://youtu.be/RhrU637eAmE A recente saída de Gabriel Medina da Rip Curl, após 16 anos de parceria, continua a gerar ondas — desta vez fora de água. O tema foi amplamente debatido no podcast Pinch My Salt (#107), apresentado por Sterling Spencer e Cousin Ryan, que analisaram o impacto desta decisão no futuro dos contratos das marcas de surfe e do próprio modelo de carreira dos surfistas profissionais. Fim de uma era nos patrocínios? Medina, tricampeão mundial e uma das maiores estrelas globais do surfe, era visto como um exemplo clássico de relação de longo prazo entre atleta e marca. A sua saída levanta uma questão central: estará no fim a era dos “patrocínios vitalícios” no surfe? No podcast, Spencer sugere que o mercado está mudando rapidamente. Em vez de contratos longos com marcas core de surfe, muitos atletas de topo procuram: Acordos mais curtos e flexíveis, parcerias com marcas fora do surfe, colaborações pontuais (collabs), maior controle sobre imagem e receitas. Segundo os ...
Confira clips de Paul McCartney, Cold Body Dolls, Rob Zombie, Claypool Lennon Delirium, Alice in Chains, The Black Crowes, Flagman, Agnostic Front, Prophets of Rage e The Black Keys.
https://youtu.be/Jwc3CQS5G3Y?list=RDJwc3CQS5G3Y A minha geração é muito privilegiada. Temos acompanhado uma evolução tecnológica ininterrupta que nos leva às maravilhas da sociedade de consumo moderna, sobretudo na questão da música. Eu devia ter uns 13 anos quando li na revista Pop o surgimento de mais um inglês que iria abalar as paradas do sucesso, David Bowie. Mas, até chegar um disco dele às minhas mãos acho que levaram mais de dois anos, isso por volta de 1972, 1973, sei lá. Hoje, temos do Spotfy ao YouTube para nos abastecer, gratuitamente, de tudo que é novidade sonora. O fato é que desde os anos 60 estamos ouvindo as pérolas eternas do The Beatles, talvez a mais completa fusão do rock com pop, experimentalismo e futurismo de bons negócios em todos os sentidos. Do álbum Revolver ao derradeiro Let it Be, The Beatles deixou órfão legiões de fãs espalhados por este e outros planetas. Afinal, como sobreviver sem novas canções que mexiam com mentes, corações, percepções e costumes? ...