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A cidade do litoral sul de Pernambuco transforma Porto de Galinhas como a Capital Brasileira do Surf e do Parasurf também neste mês de maio.

Davi Lima, campeão PS S 1 Masculino[caption id="attachment_3660490" align="alignnone" width="696"] [media-credit id=22569 align="alignnone" width="696"][/media-credit] Davi Lima, campeão PS S 1 Masculino no Campeonato Brasileiro de Parasurf 2025.[/caption] O município do Ipojuca é a Capital Brasileira do Surf e do Parasurf também neste mês de maio. No sábado (9) começa a segunda etapa do Surf Brasil Pro que vai até o dia 17 com grandes estrelas do surf nacional se apresentando em Porto de Galinhas. E na sequência, de 20 a 24, já tem o Surf Brasil Parasurf 2026 decidindo os campeões brasileiros em treze categorias, nove delas valendo como Seletiva para o Mundial da ISA (International Surfing Association). As duas competições irão acontecer nas mesmas ondas da Praia do Borete, com transmissão ao vivo pelo canal Surf Brasil TV no YouTube. Em paralelo aos eventos nacionais, também acontecerão etapas regionais dos circuitos Nordestino e Pernambucano de Surf. A cidade de Ipojuca, no litoral sul de Pernambuco, é o principal palco de competições do surf nacional na gestão do presidente Teco Padaratz na Confederação Brasileira de Surf, iniciada em 2022. Os dois eventos que acontecerão em sequência a partir deste sábado, completarão 13 campeonatos e Porto de Galinhas já se tornou a Capital Brasileira do Parasurf. A edição deste ano será a quarta realizada na Praia do Borete desde 2022, somando-se a 3 etapas do Campeonato Brasileiro Profissional, 2 da Taça Brasil e mais 4 do Surf de Base, totalizando 13 competições disputadas nas ondas da Praia do Borete. “Sem sombra de dúvidas, Ipojuca vem abraçando o Parasurf e a gente fica muito feliz com todo o apoio recebido para essa categoria que tanto merece e vem trazendo tantas alegrias para o nosso país, tanto nos eventos brasileiros quanto mundiais”, enaltece Brigitte Mayer, vice-presidente da Confederação Brasileira de Surf e responsável pela modalidade Parasurf na entidade. “Fica aqui nosso agradecimento por todo o apoio e iniciativa de receber mais uma vez os paratletas e esse ano numa época diferente. A gente tem feito esse evento no segundo semestre e agora será em maio, mês mais propício para boas ondas na Praia do Borete, então tenho certeza de que esses atletas vão dar um show em Ipojuca mais uma vez”. [caption id="attachment_3663424" align="alignnone" width="696"] [media-credit id=22569 align="alignnone" width="696"][/media-credit] Davi Teixeira é o atual campeão na PS-PRONE 2.[/caption] Brigitte Mayer já foi surfista profissional como o presidente Teco Padaratz e o vice-presidente Paulo Moura, que fizeram parte da elite mundial por muitos anos. Brigitte foi campeã brasileira em 1998 e divide a vice-presidência com a Diretoria de Desenvolvimento Feminino do Surf Brasil. Ela ressalta o bom trabalho executado nos últimos anos, aumentando significativamente a quantidade de meninas que passaram a competir no surf de pranchinha e no Parasurf também. No Surf Brasil Parasurf 2026, vários atletas novos vão estrear em Ipojuca e novamente será quebrado o recorde de inscritas na categoria feminina. “Particularmente, eu fico muito feliz com isso, que só demonstra que o trabalho da Diretoria de Desenvolvimento Feminino vem alcançando seus objetivos em todas as categorias”, destaca Brigitte Mayer. “Teremos um grande número de atletas novos que vão estrear no Parasurf, já temos presença garantida dos nossos campeões mundiais e também dos parasurfistas que vêm nos prestigiando todos os anos no Campeonato Brasileiro. Então, se preparem porque vai ser show de surf de grandes estrelas já mundiais do Parasurf, campeões brasileiros e dos vários novos atletas e novas meninas que irão estrear no evento”. [caption id="attachment_3660540" align="alignnone" width="696"] [media-credit id=22569 align="alignnone" width="696"][/media-credit] André Menezes, campeão Surdo Masculino.[/caption] Surf Brasil estreia o mesmo formato do mundial da ISA - Uma das novidades do Surf Brasil Parasurf 2026, é a mudança no formato da competição. Neste ano será o utilizado o mesmo modelo do Mundial de Parasurf da ISA. O objetivo é para que os paratletas que participarem do Campeonato Brasileiro, já fiquem ambientados com o formato que irão competir no Mundial. São nove modalidades ou classes esportivas disputadas no Mundial da ISA e o Surf Brasil ainda promove mais quatro categorias inclusivas, de Baixa Estatura, Autismo, Down e Surdo. As outras nove são PS-S1 para atletas com deficiência na parte superior do corpo, PS-S2 com comprometimento na parte inferior abaixo do joelho e PS-S3 acima do joelho, essas três para quem surfa em pé na prancha. Tem ainda a PS-Sit para quem surfa sentado, PS-Knell para quem surfa sentado ou de joelhos, PS-Prone 1 e PS-Prone 2 para quem pega ondas em decúbito ventral na prancha e PS-VI-1 e PS-VI-2 para surfistas com deficiência visual. Nessas nove modalidades, o Surf Brasil Parasurf 2026 vale como Seletiva para o Mundial da ISA, além de decidir os títulos brasileiros da temporada. [caption id="attachment_3660523" align="alignnone" width="696"] [media-credit id=22569 align="alignnone" width="696"][/media-credit] Maryele Cardoso atual campeã PS S 2 Feminino.[/caption] Campeões mundiais e brasileiros no Surf Brasil Parasurf 2026 - No ano passado, os classificados para o Mundial de Parasurf da ISA, realizado em novembro em Oceanside, na Califórnia (EUA), se destacaram mais uma vez conquistando 9 medalhas em várias categorias. O Davi Teixeira, ou Davizinho Radical, festejou o tetracampeonato mundial no PS-Prone 2, o Luciano Nem foi bicampeão consecutivo no PS-S3 e o jovem Davi Lima também ganhou medalha de ouro no PS-S1. Ainda tiveram duas medalhas de prata, com Vera Quaresma e Dijacksson Santos no PS-Kneel, duas de bronze do Cleuson Soares no PS-Prone 1 e da Ingrid Medina no PS-VI-1 e mais duas de cobre, da Maryele Cardoso no PS-S2 e do tricampeão mundial Elias Figue Diel no PS-VI-1. Os campeões brasileiros do ano passado, estarão novamente em Ipojuca competindo no Surf Brasil Parasurf 2026 em Porto de Galinhas, inclusive a grande estrela internacional, Davizinho Radical, que também é tetracampeão brasileiro. Outros que irão defender os títulos conquistados na Praia do Borete em 2025, são Luciano Nem Silveira (SC), Davi Lima (RN), Rafael Lueders (SC), Dijackson Santos (BA), Paulo Souza (RS), Cleuson Soares (PB), Figue Diel (SC), Rafael Giguer (SC), Roberto Pino (PE), João Lessa (BA), Noah dos Anjos (SP), André Menezes (RJ), Maryele Cardoso (SC), Vera Quaresma (SC), Monique Oliveira (RJ), Ingrid Medina (SC), Mariana Busnello (SC), Lara Pino (PE), Ana Cordeiro (CE), Jade Lie (SP) e Aline Lopes (ES). O Surf Brasil Parasurf 2026 é uma realização de Surf Brasil com patrocínio do Ministério do Esporte do Governo Federal do Brasil, da Lei de Incentivo ao Esporte do Governo do Estado de Pernambuco pela Secretaria de Esportes, da Copergás e da Prefeitura do Ipojuca através da Secretaria de Turismo. O evento vai acontecer também com apoio de JISK, Suntech, Brazilian Tiger Balm, Shopee, Rodas da Liberdade, UNINASSAU e da Federação Pernambucana de Surf. A competição será transmitida ao vivo pelo canal Surf Brasil TV no YouTube. Campeonato Brasileiro de Parasurf 22 campeões e campeãs brasileiros de 2025 PS-S 1: Davi Lima (RN) PS-S 2: Rafael Lueders (SC) e Maryele Cardoso (SC) PS-S 3: Luciano Nem Silveira (SC) PS-KNEEL / UPRIGHT: Dijackson Santos (BA) e Vera Quaresma (SC) PS-SIT: Paulo Souza (RS) PS-PRONE 1: Cleuson Soares (PB) PS-PRONE 2: Davizinho Teixeira (RJ) e Monique Oliveira (RJ) PS-VI 1: Figue Diel (SC) e Ingrid Medina (SC) PS-VI 2: Rafael Giguer (SC) e Mariana Busnello (SC) Baixa Estatura: Roberto Pino (PE) e Lara Pino (PE) Autismo: João Lessa (BA) e Ana Cordeiro (CE) Down: Noah dos Anjos (SP) e Jade Lie (SP) Surdo: André Menezes (RJ) e Aline Lopes (ES) Modalidades e classes esportivas do Parasurf PS-S1: atletas com deficiência na parte superior do corpo ou baixa estatura que surfam em pé PS-S2: atletas com comprometimento da parte inferior abaixo do joelho que surfam em pé PS-S3: atletas com comprometimento da parte inferior acima do joelho que surfam em pé PS-Sit: surfam sentados sem precisar de assistência remando e voltando para a prancha PS-Kneel: surfam de joelhos ou sentados PS-Prone 1: surfam em decúbito ventral PS-Prone 2: surfam em decúbito ventral precisando de ajuda para remar PS VI-1: surfistas com deficiência visual com cegueira total PS VI-2: surfistas com deficiência visual com cegueira parcial

source https://www.waves.com.br/noticias/competicao/cbs/surf-brasil-pro-segunda-etapa-comeca-sabado/

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