Ex-atleta, educador e apaixonado pelo mar, Manoel Rene transforma sua trajetória no surfe em uma carreira promissora por trás das lentes. Confira entrevista concedida ao jornalista Eduardo Rosa.
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Aos 44 anos, o surfista e fotógrafo Manoel Rene vive uma nova fase. Depois de décadas dedicadas ao surfr como atleta, professor e dirigente. ele mergulha de vez na fotografia, transformando paixão em profissão. Em entrevista ao site Surfemais, do jornalista Eduardo Rosa, Rene fala de sua trajetória, a transição de carreira e a recente experiência em Fernando de Noronha (PE), onde registrou um swell histórico e deu mais um passo rumo ao sonho de viver exclusivamente da fotografia. A persistência, o estudo, a prática e, principalmente, a resiliência, levam a resultados não imaginados. Alternando sua vida entre a profissão de bancário, surfista, ex professor de surf, família e a fotografia, Manoel Rene, aos 44 anos de idade, vai buscando seu sonho de viver de algo que descobriu ser sua maior paixão: a fotografia. Surfista de alma, ex-atleta com passagens por competições amadoras, estaduais, nacionais e até profissionais, Manoel também teve papel importante no desenvolvimento do surfe em Itapiruba, Imbituba. Foi proprietário da primeira escola de surfe da praia, presidente da Associação de Surf local e integrante da Associação de Surf de Imbituba. Problemas, todos têm. Mas foi justamente nos desafios da vida que encontrou novos caminhos. A fotografia surgiu como hobby, mas rapidamente ganhou espaço, se tornando não apenas uma paixão, mas também sua principal fonte de renda. A busca nunca termina. Em março, Manoel Rene embarcou para Fernando de Noronha, onde participou de um workshop e viveu uma das experiências mais marcantes da sua trajetória, tanto pessoal quanto profissional, que ele revela neste depoimento exclusivo. [gallery td_select_gallery_slide="slide" ids="3671606,3671605,3671604,3671603,3671602,3671601,3671600,3671599,3671598,3671597,3671596,3671595,3671594"] Quanto tempo de surfe? Tenho 44 anos. Peguei minhas primeiras ondas quando tinha apenas 4 anos de idade. Surfe é uma paixão? O surfe sempre fez parte da minha vida. Já fui atleta, competindo em eventos amadores, estaduais e nacionais, chegando até a competir profissionalmente por um período. No início dos anos 2000, fui proprietário da primeira escola de surfe em Itapiruba. Fui Presidente da Associação de Surf de Itapiruba e fiz parte da diretoria da ASI. E como a fotografia entrou na tua vida? A fotografia começou como hobby em 2018 e, de lá pra cá, fui me aperfeiçoando cada vez mais e hoje já é a minha principal fonte de renda. Ver essa foto no Instagram
Fotografia virou paixão também? Fale um pouco sobre isso? Sempre fui um entusiasta de revistas de surfe, na época das revistas impressas, sempre assinei Fluir e Hardcore. Então sempre acompanhei o trabalho dos mais renomados fotógrafos de surf do Brasil. O que precisou fazer para fotografar e o que pretendes com a fotografia? Sempre investi em equipamentos e cursos, com intuito de me especializar cada vez mais. Fale um pouco desta última expedição? Eu fui a Noronha participar de um workshop ministrado pelo fotógrafo Magnum Gonçalo, e com participação do Renato Tinoco. Ao todo fiquei 11 dias na ilha e tive o privilégio de fotografar um swell histórico, considerado pelos locais como o melhor dos últimos dois anos. 6 a 8 pés plus, com ondulação de Sul. A praia do Bode foi palco de um dia inteiro de tubos. Também aproveitei para fazer mergulhos e conhecer de perto a diversidade da vida marinha. A ideia agora é continuar investindo na carreira e na fotografia? Sim, a ideia é cair de cabeça na fotografia, viver profissionalmente, exclusivamente da fotografia de surfe e outros esportes.“ Fonte Surfemais source https://www.waves.com.br/noticias/dedicacao-ao-surfe-e-fotografia/
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