Pular para o conteúdo principal

Jordy Smith mantém sintonia com Punta Roca e alto nível de surfe para vencer Matthew McGillivray na final sul-africana do El Salvador Pro 2025.

Jordy Smith[caption id="attachment_3636048" align="alignnone" width="696"] [media-credit id=22033 align="alignnone" width="696"][/media-credit] Jordy Smith é campeão do El Salvador Pro 2025.[/caption] Os troféus de campeão e vice do El Salvador Pro 2025 vão para a África do Sul. Jordy Smith manteve o alto nível de surfe e grande sintonia com Punta Roca para vencer Matthew McGillivray na decisão. Final teve duração de 45 minutos e aconteceu neste sábado (12) em ondas mexidas com 1 metro e séries maiores. Clique aqui para ver a reportagem completa da categoria feminina Clique aqui para ver as fotos Clique aqui para ver o vídeo Matthew não foi bem na primeira onda e Jordy largou com 7.33 pontos. Na atuação o atleta bateu, rasgou duas vezes e acertou uma pancada antes de cair numa escalada. Os dois surfaram aos 16 minutos. Matthew pegou a primeira direita e abriu a apresentação com uma rasgadas, depois executou um cutback, uma batida, outro cutback e atacou uma junção espumada chutando a rabeta. Jordy pegou a direita seguinte e rasgou duas vezes, antes de subir na crista num floater. Na sequência rasgou e bateu chutando a rabeta por cima da onda. Matthew anotou 5.00 e Jordy 6.50 pontos. Jordy deu mais um golpe em Matthew a dez minutos do fim. Ele usou a prioridade, bateu, rasgou e executou um layback / blow tail poderoso na junção. A nota foi 6.93 pontos. Matthew tentou responder na sequência, mas não encontrou seções tão boas para ataques verticais. Ele precisava de 9.26 e anotou 4.33 pontos. Nenhuma outra onda foi surfada até o término da final e Jordy faturou o troféu de campeão da etapa.   Ver essa foto no Instagram  

Uma publicação compartilhada por World Surf League (@wsl)

Semifinais - Matthew abriu o primeiro confronto da semifinal masculina com um surfe poderoso numa direita intermediária. O sul-africano bateu forte duas vezes, na sequência acertou um layback explosivo e fluído e ainda executou mais três pancadas. A performance valeu 8.17 pontos. Matthew pegou mais uma onda que não era de série e anotou 5.67 pontos. O norte-americano Crosby Colapinto estreou na bateria logo depois, mas a onda não foi boa e ele saiu rapidamente (1.83). Crosby voltou a atuar somente a três minutos do final. O norte-americano usou a prioridade, bateu chutando a rabeta e ficou um pouco preso na crista, mas seguiu na onda e pegou um tubo, saiu, entrou em outro, saiu, rasgou, bateu, passou pelo terceiro canudo na direita, vibrou e bateu na junção. A atuação valeu 7.67 pontos. Ele voltou rápido para o pico, mas não teve outras chances e se despediu da prova em terceiro lugar. Jordy x Cole - A semifinal entre Jordy e Cole começou quente. O sul-africano largou com 8.17 pontos após bater, executar um layback ocupando grande parte da onda, rasgar duas vezes e bater na junção. O norte-americano anotou 0.50 e aos quatro minutos conquistou 5.33 pontos. Na performance ele bateu, rasgou, bateu pra ganhar a seção e acertou outra pancada antes da direita fechar. Aos 20 minutos Jordy marcou 3.67 pontos numa onda pequena que ele atacou três vezes e errou um aéreo. Cole usou a prioridade quatro minutos depois. Ele executou duas rasgadas e uma batida. O norte-americano precisava de 6.52 e conquistou 4.67 pontos. A situação dele piorou a quatro minutos do fim. Jordy usou a prioridade para bloquear o adversário e trocou 3.67 por 4.33 pontos. Cole tentou responder, mas ficou longo do que precisava para vencer, e o sul-africano mexeu no placar a um minuto do término com 7.50 e garantiu a vaga na decisão do El Salvador Pro 2025. El Salvador Pro 2025 Final Masculino Jordy Smith (AFR) 14.26 x 9.33 Matthew McGillvray (AFR) Semifinais 1 Matthew McGillvray (AFR) 13.84 x 9.50 Crosby Colapinto (EUA) 2 Jordy Smith (AFR) 15.67 x 10.00 Cole Houshmand (EUA) Final Feminino Gabriela Bryan (HAV) 14.33 x 11.74 Isabella Nichols (AUS) Semifinais 1 Gabriela Bryan (HAV) 10.16 x 9.67 Caitlin Simmers (EUA) 2 Isabella Nichols (AUS) 13.33 x 8.27 Molly Picklum (AUS) Ranking masculino do CT 2025 após o El Salvador Pro 2025 1 Italo Ferreira (BRA) 28.630 2 Ethan Ewing (AUS) 20.235 3 Yago Dora (BRA) 19.755 4 Barron Mamiya (HAV) 18.745 5 Jordy Smith (AFR) 17.970 6 Leonardo Fioravanti (ITA) 15.770 7 Miguel Pupo (BRA) 15.565 8 Rio Waida (IDN) 15.205 9 Jack Robinson (AUS) 13.490 10 Kanoa Igarashi (JAP) 12.715 11 Filipe Toledo (BRA) 12.715 12 Cole Houshmand (EUA) 12.065 13 Matthew McGillivray (AFR) 11.790 14 Joel Vaughan (AUS) 11.290 15 Marco Mignot (FRA) 9.660 16 George Pittar (AUS) 9.660 17 Connor O'Leary (JAP) 9.300 18 Ian Gouveia (BRA) 9.010 19 Jackson Bunch (HAV) 8.735 20 Jake Marshall (EUA) 8.735 21 Alan Cleland (MEX) 8.235 22 Seth Moniz (HAV) 8.235 23 João Chianca (BRA) 8.235 24 Liam O'Brien (AUS) 8.235 25 Crosby Colapinto (EUA) 7.945 26 Griffin Colapinto (EUA) 7.310 27 Ramzi Boukhiam (MAR) 7.310 28 Alejo Muniz (BRA) 7.310 29 Deivid Silva (BRA) 7.310 30 Ian Gentil (HAV) 4.255 31 Ryan Callinan (AUS) 4.255 32 Samuel Pupo (BRA) 4.255 33 Edgard Groggia (BRA) 4.255 34 Imaikalani deVault (HAV) 4.115 Ranking feminino do CT 2025 após o El Salvador Pro 2025 1 Caitlin Simmers (EUA) 28.630 2 Gabriela Bryan (HAV) 26.495 3 Molly Picklum (AUS) 26.055 4 Caroline Marks (EUA) 22.100 5 Tyler Wright (AUS) 19.965 6 Sawyer Lindblad (EUA) 16.845 7 Isabella Nichols (AUS) 16.200 8 Erin Brooks (CAN) 16.050 9 Bella Kenworthy (EUA) 15.280 10 Lakey Peterson (EUA) 13.915 11 Vahine Fierro (FRA) 13.915 12 Brisa Hennessy (CRI) 13.145 13 Bettylou Sakhura Johnson (HAV) 12.575 14 Luana Silva (BRA) 10.440 15 Johanne Defay (FRA) 9.445 16 Sally Fitzgibbons (AUS) 7.310 17 Tatiana Weston-Webb (BRA) 7.310 18 Nadia Erostarbe (ESP) 3.655

source https://www.waves.com.br/especiais/indonesia/esquerdas-alinhadas-balanco-em-balangan/

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Albee Layer estreia Less Than Easy, novo filme sobre inverno em Maui. Jaws quebra com força máxima em cinco dias históricos de swell gigante.

https://www.youtube.com/watch?v=uYCXrHNvEEI O havaiano Albee Layer acaba de lançar Less Than Easy, filme que retrata com intensidade e emoção a última temporada de ondas grandes em Maui. Mais do que uma simples coletânea de sessões em Jaws, o projeto é uma carta de amor à ilha que Layer chama de lar há 33 anos e ao tipo de surfe que beira o limite humano. Nas palavras do próprio Albee, a ideia foi olhar para as ondas familiares com uma nova perspectiva: “Nos esforçamos ao máximo por enxergar as ondas com ideias frescas e por nos entregar de corpo e alma aos picos clássicos da ilha”, conta. E não faltaram momentos marcantes, entre eles uma sequência de cinco dias em Jaws que ele descreve como a melhor que já testemunhou, coroada pelo maior swell de sua vida. O filme também marca um momento pessoal importante: Albee acabou de tirar sua licença de piloto. Voar por cima de Maui, segundo ele, ampliou ainda mais sua conexão com a ilha e renovou seu olhar sobre a paisagem e os picos que já co...

Coluna Museu do Surfe traz história do carioca Paulo Proença, também conhecido como Rato, ícone do lendário Pier de Ipanema (RJ).

[gallery td_select_gallery_slide="slide" ids="3664111,3664113,3664112,3664115,3664116,3664114,3664118,3664119,3664117,3664120,3664121"] Entre as histórias que moldaram o surfe brasileiro, poucas são tão marcantes quanto a de Paulo Proença, o lendário “Rato”. Carioca de Copacabana, ele transformou a paixão pelas ondas em um estilo de vida que atravessou fronteiras e ajudou a formar a identidade do surfe nacional. Os avós maternos, Ione e Danton Coelho, mudaram-se do Rio Grande do Sul para o Rio de Janeiro, então Capital Federal. Danton foi Ministro do Trabalho, Indústria e Comércio de Getúlio Vargas, em 1951. Na cidade, a filha do casal, Beatriz Danton Coelho, conheceu José Augusto Proença Gomes, exímio remador do Flamengo. O casal teve quatro filhos: as meninas Carla e Andréa e os meninos Paulo, nascido em 3 de dezembro de 1952, e Zeca, em 1958. Criados na Avenida Atlântica, no Posto 5, em Copacabana, os irmãos cresceram sob o som do mar e o espírito livre da praia....

Carlos Burle estreia Bravamente, novo podcast de histórias inspiradoras. Série reúne entrevistas que mostram como esporte transforma vidas.

https://youtu.be/-s5QiotecjY O surfista e campeão mundial de ondas grandes Carlos Burle estreia nesta quarta-feira (25) o podcast Bravamente, série documental em áudio e vídeo que revela como o esporte tem sido, para muitos, mais do que uma prática física — uma verdadeira ponte para o equilíbrio emocional, propósito e oportunidades no mercado profissional. Com 12 episódios quinzenais e duração entre 15 e 40 minutos, o programa será lançado no YouTube (@bravamente_oficial) e no Spotify (Brava•Mente). A cada edição, Burle conduz conversas autênticas com personagens que têm o esporte como parte essencial da vida, em narrativas que misturam emoção, disciplina, superação e reconexão com o corpo e a mente. Entre os entrevistados da temporada estão nomes como Brenda Moura, promessa do surfe e skate brasileiro; Morongo, fundador da Mormaii; Walter Chicharro, ex-presidente da Câmara de Nazaré, em Portugal; e Trennon Paynter, treinador da equipe olímpica canadense de esqui. Também participam exe...